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Reduzir custos no condomínio: uma responsabilidade de todos

Todo condomínio tem um síndico para gerenciar o dia a dia do local, mas existem questões que não podem ficar somente sob a responsabilidade dele, como a economia de recursos e custos, por ser um assunto que beneficia todos os moradores, sem falar na preservação do meio ambiente. Com a participação de todos os envolvidos, surgem novas soluções eficazes para controlar os gastos e controlar o consumo de luz e água, por exemplo, afinal quando a colaboração é mútua fica muito mais fácil prever e resolver os possíveis problemas.

 

Não tem como negar que vivemos um momento de crise, e uma boa saída é aproveitar esse cenário para usar a criatividade em alternativas sustentáveis, dentro e fora de casa. Luzes acesas o dia todo e cobrança de água unificada são algumas das coisas que encarecem o valor de vários condomínios pelo Brasil. Com atitudes simples, o síndico consegue reduzir os gastos do prédio e, consequentemente, o valor repassado aos condôminos.  Começar pensando na água pode ser o primeiro passo, e a individualização dos hidrômetros tem sido uma opção para diminuir o consumo e os gastos excessivos ou injustos. Pensando na questão elétrica, tanto nas unidades quanto nas áreas comuns, substituir as lâmpadas antigas por LED é economia garantida, sendo que a redução pode ser de até 40% nas contas em alguns casos.

 

Cortar gastos no condomínio vai resultar em uma taxa condominial mais baixa, então o síndico pode tomar atitudes conscientes que beneficiem a todos, e os próprios moradores também podem sugerir mudanças, como:

 

– Água e piscinas

 

Despesas com água podem chegar a 15% do gasto do condomínio. Por isso, é fundamental que o síndico fique atento a qualquer vazamento que possa ocorrer. Vassouras e panos devem substituir o uso da mangueira na hora de limpar áreas comuns e calçadas. Além disso, nem toda área comum precisa de limpeza diária.

 

– Iluminação

 

Instalar sensores de presença nas áreas comuns e substituir as lâmpadas atuais por modelos mais econômicos, além de verificar se as luzes das áreas comuns estão desligadas após o horário de encerramento das atividades também é importante.

 

– Folha de pagamento

 

Salários, férias, folgas, horas extras, 13º salário, INSS, FGTS, PIS, vale transporte e dissídio anual podem representar até 65% dos custos do condomínio. Por isso, o síndico deve otimizar as funções dos colaboradores, mas sem provocar acúmulo de função ou gasto com horas extra.

 

– Manutenção de equipamentos

 

Fazer manutenção correta de todos os equipamentos do prédio evita gastos desnecessários com conserto. Condomínios mais antigos precisam ficar ainda mais atentos nesse aspecto, uma vez que todos esses equipamentos têm um tempo de uso: mais cedo ou mais tarde eles precisarão ser substituídos, e substituir peças e rever os contratos de manutenção são bons caminhos para reduzir custos nessa área.

 

– Combater a inadimplência

 

Quando um condômino não paga a taxa de condomínio, os demais condôminos terão que preencher essa lacuna, ou seja, quando há um problema grave de inadimplência em um condomínio, a taxa precisará subir para os que estão com as contas em dia. Por isso, é fundamental que a inadimplência seja combatida para conseguir diminuir a taxa condominial, desse modo, não haverá buracos na prestação de contas do condomínio.

 

E então, você já está pronto para reduzir gastos no seu condomínio e incentivar a participação de todos na gestão? Essas medidas simples irão te ajudar a baixar o valor do condomínio e, consequentemente, diminuir a inadimplência, e ainda preservar o meio ambiente.

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