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A importância da humildade para o crescimento de uma pessoa

A única maneira de adquirir credibilidade e respeito das pessoas é demonstrando para as mesmas que estamos no mesmo nível, ou seja, que somos todos iguais, independentemente de qualquer coisa. Pode parecer algo simples e aparentemente sem importância, todavia a modéstia e a simplicidade são duas das características mais poderosas que um ser humano pode ostentar.

 

Confúcio sabiamente disse: “A humildade é a única base sólida de todas as virtudes.” O filósofo defendeu que tal atributo é a espinha dorsal do caráter de um homem porque todas as outras qualidades dependem dela. Em outras palavras, uma pessoa arrogante, prepotente e soberba é sempre mal vista diante da sociedade, mesmo que possua aptidões divinas. Portanto, essa questão não é uma sumptuosidade, mas uma regra a ser seguida.

 

 

O que é ser humilde?

 

Humildade não é adotar uma postura carcova, fazendo com que as pessoas nos enxerguem como seres submissos e apáticos. Infelizmente, algumas pessoas se autossabotam, pensando que para serem humildes precisam recorrentemente adotar um postura que eu chamo de “síndrome do coitadismo pós-vitória”. É mais ou menos assim: por mais que se tenha conquistado algo, ou otimizado algum processo que era deficitário, esse ser fica proibido de receber elogios e de admitir que cumpriu brilhantemente sua tarefa, desta maneira ele é obrigado a usar termos como: “imagina, não sou tudo isso, estou aprendendo ainda”, ou “somente obtive sucesso porque existiram pessoas que me ajudaram”, ou “qualquer um que tentasse fazer o que fiz também conseguiria”, dentre outras truanices.

 

Deste modo, humildade para essas pessoas é simplesmente fingir que seus pontos fortes não existem. Ora, isso é hipocrisia e falsa modéstia. Vale lembrar que fomos criados para brilhar e não para ocultarmos nossa luz, destarte devemos ser talentosos sem que precisemos enterrar nossa glória.

 

Ser humilde nada mais é do que compreender que independentemente do cenário montado, todos possuímos um único valor. Portanto, não importa a formosura, o poderio financeiro e tampouco o nível de Q.I, porquanto essas coisas são trapos de imundície perto da preciosidade que cada ser humano representa para o universo. O que quero dizer é o seguinte: a forma como o nosso reino foi montado não necessariamente demonstra como as coisas realmente são, tendo em conta que as forças superiores não enxergam as coisas sob a mesma ótica nossa. Assim, alienados são todos aqueles que aceitam o que a unanimidade humana propaga, enganando e sendo enganados constantemente.

 

Sem dúvidas, isso é conseqüência da nossa era, que é de longe a de maior pobreza intelectual e moral que já existiu, ou seja, as pessoas amam mais a mentira do que a verdade e por ilação, o conhecimento verdadeiro está sendo substituído por coisas superficiais e genéricas. Desta forma, para não ser altivo é necessário também ter personalidade, pois para romper os padrões já estabelecidos precisamos do espírito dos leões, criando nossa virtude e seguindo as atmosferas da justiça e da honra.

 

Porque não devemos fazer acepção de pessoas

 

Contarei uma experiência própria para que possamos entender o quão importante é essa questão e o porque de termos uma postura ética diante dela:

 

Inicialmente quero fazer uma pergunta: dentre as pessoas que convivem conosco estão aquelas que admiramos, aquelas que somos indiferentes e aquelas que repudiamos, não é verdade?

 

Eu tinha um amigo que era uma grande inspiração para mim. Juntos, tivemos momentos maravilhosos: dividimos nossas esperanças, frustrações e vivemos momentos memoráveis. Porém, algo me deixou decepcionado e completamente entristecido com ele: era aniversário de uma pessoa de sua família e o mesmo foi convidado juntamente com o resto dos parentes. Como eles moravam em um lugar distante do local do evento, resolveram combinar de irem todos juntos em seus respectivos automóveis. Assim, tudo foi acordado e bastara esperar o dia da festa para poderem celebrar.

 

Tudo caminhava para a normalidade até que a aniversariante resolveu convidar alguns parentes bem simples e que não faziam parte do rol elitista que havia combinado de passear de carro no dia do happy hour. Obviamente, isso causou um conflito, tendo em vista que algumas pessoas não apreciavam a presença de tais criaturas, pois elas julgavam que as mesmas não mereciam comparecer ao referido local por ostentarem pouca capacidade econômica, ou melhor, elas deveriam ser excluídas não por serem bandidas, estelionatários ou assassinas e sim por serem pessoas pobres e humildes. Que conveniente, não?

 

E dentre esses estultos, estava o meu amigo, que para a minha desilusão, fazia parte dessa corja maligna, que existe para separar as pessoas e causar mais dissenssões. Indubitavelmente, depois daquele dia, percebi que vivemos em uma sociedade que faz acepção de pessoas o tempo todo e não raramente age dessa forma, contribuindo para a destruição do planeta.

 

O que realmente vale nessa vida

 

Para finalizar, quero compartilhar um de meus textos favoritos que complementará com maestria tudo o que foi exposto aqui. A obra é de “Alexandre O Grande” e relata os três últimos pedidos do mesmo quando ele estava prestes a expirar, confira:

 

“Quando, à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:

 

1 - Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;

2 - Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...)

3 - Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

 

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:

 

1 - Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos.”

 

Autor: Pablo de Paula
Fonte: http://administradores.com.br/

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