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Artista e empreendedor, sim senhor!

O senso comum afirma: o artista cria e o empreendedor ganha dinheiro. O artista é comunista e o empreendedor capitalista. O artista valoriza sua criação e o empreendedor cria valor pros outros. Há de fato, alguns pontos importantes de distinção entre os papéis, e aqueles que optam pela jornada vestindo os dois chapéus, precisam quebrar alguns tantos paradigmas.

 

Mas há, mais do que diferenças, significativas semelhanças. Apesar de se comumente imaginar que a jornada do empreendedor e do artista seja contraditória, aqueles que escolhem a trajetória em via dupla, podem aproveitar a oportunidade para se tornarem, não só artistas-empreendedores mais completos, mas seres-humanos melhores durante o processo.

 

Visão de longa distância. Ambos enxergam lá na frente, muitas vezes, sem saber como vão chegar lá. O artista pode não saber exatamente como será a obra de arte, e o empreendedor não tem clareza suficiente pra entender como o negócio vai funcionar, mas ambos acreditam. Ter visão significa acreditar que é possível chegar lá pra atingir o impacto desejado, mesmo sem saber exatamente como.

 

Criam a partir do nada. Criatividade é a matéria-prima base de artistas e empreendedores. E é intocável, intangível, do reino das ideias e dos conceitos. Sem criatividade não há arte e não há empreendedorismo. Ponto.

 

Amam o que fazem.

 

 Artistas não escolhem ser artistas por dinheiro, e sim por uma paixão arrebatadora. Querem, simplesmente, se expressar criativamente e esperam que o mundo os receba de braços abertos. Já os empreendedores, por mais focados que estejam em ganhar dinheiro, querem impactar o mundo com seus produtos e serviços. Dinheiro é parte da equação, mas gente com espírito verdadeiramente empreendedor sabe que amor e paixão têm peso dobrado. No final das contas, é o que conta.

 

São não conformistas.

 

 Definitivamente artistas e empreendedores não são a boiada, e muitas vezes são aqueles bezerrinhos desgarrados andando na contramão do fluxo. E por isso mesmo, escutam palavras de desafeto, de desencorajamento e de dúvida. Artistas e empreendedores tem função específica no mundo, que é levar novas ideias adiantes e fazer a roda da evolução girar. Não é se conformar.

 

Lidam com experimentação. 

 

A visão existe, mas o como fazer, artistas e empreendedores vão descobrindo no meio do caminho. Experimentação é o sobrenome do processo criativo de artistas. E pra empreendedores, por mais planejada que seja a trajetória de um negócio, o fator experimentação tem um peso enorme, principalmente em tempos como os nossos, em que para startups a palavra de ordem é validação.

 

Lidam com o risco. 

 

E por último, mas não menos importante, artistas e empreendedores pulam e não sabem onde vão cair. Não sabem nem mesmo se vai haver uma rede de segurança lá em baixo. É o momento em que a cortina se abre. Ou os ansiosos minutos logo após o lançamento de um negócio, à espera do primeiro cliente. A gente nunca sabe se vai haver alguém do lado de lá.

 

*Atriz, bailarina, jornalista e empreendedora criativa à frente da Espaçonave, Rafaela Cappai é mestre em Empreendedorismo Cultural e Criativo pela Goldsmiths University of London.

 

Autor: Rafaela Cappai
Fonte: http://www.empreendedorescriativos.com.br/

 

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