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Mapa de Empregos no ano de 2017 do DF

Durante a mais grave crise política e econômica já vivida pelo país, sobram incertezas. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), confirmam: a maior tragédia do atual cenário brasileiro é o desemprego. E o índice de desocupação assusta ainda mais pela velocidade com que avança. O número de desempregados em 2015 cresceu 38%, afetando 10 milhões de pessoas, um recorde histórico. Em 2016, no entanto, o cenário se agravou ainda mais: já são 12 milhões os trabalhadores sem vaga. As consequências são devastadoras: famílias inadimplentes, menos investimento na formação dos jovens e perda de capital humano, entre outras. 
 

A PNAD também revela índices preocupantes sobre o número de brasileiros excluídos do mercado de trabalho. O índice voltou a crescer no terceiro trimestre de 2016. De acordo com o IBGE, a taxa composta da subutilização da força de trabalho, que também considera a desocupação por insuficiência de horas e a força de trabalho em potencial, ficou em 21,2%. São 22,9 milhões de pessoas nesse montante, acima dos 20,9% registrados nos três meses anteriores e dos 18% referentes ao mesmo período de 2015.

O avanço da tecnologia, com processos de produção modificados constantemente, que substituem trabalhadores por máquinas, trouxe desenvolvimento, aumento de lucros e melhorias incomparáveis à indústria. Mas é também um dos principais motivos para o desaparecimento de vários postos de trabalho. Aliadas a isso, a globalização, a saturação do mercado em vários setores e a falta de profissionais qualificados agravam esse quadro.

A recuperação do capital humano deve ocorrer lentamente, ao mesmo passo que a economia, avaliam especialistas. Mais preocupante que presenciar cidadãos desistindo de procurar emprego é vê-los ignorando a necessidade de se atualizar e se encaixar nas novas oportunidades que surgem com a transformação tecnológica. Para sobreviver, o profissional precisa se reposicionar diante desses novos desafios, já que a experiência acumulada não será suficiente. 

Saúde abre vagas em plena crise // Num país com mais de 12 milhões de pessoas desocupadas, há muitos setores produtivos que precisam de mão de obra. Série que o Correio inicia hoje tem o propósito de mostrar o que está ocorrendo no mercado de trabalho e em que direção ele seguirá. 

Campo fértil na agricultura // A agropecuária ligada às exportações tem impacto positivo na economia e absorve trabalhadores em várias colheitas. Embora não sejam ocupações de muita qualificação, podem ser a “salvação da lavoura” em períodos de alto desemprego, como o atual. 

Profissões exigem versatilidade // As transformações que ocorrem no mercado de trabalho devem exigir ocupações tradicionais e criar novas carreiras. Capacidade de resolver problemas, criatividade e interação social são atributos necessários para quem quer se destacar. 

Tecnologia e inovação em alta // Uso de ferramentas tecnológicas será exigido em praticamente todos os campos de trabalho nos próximos anos. Especialidades ligadas à sustentabilidade ambiental devem ganhar terreno. Biotecnologia, engenharia e construção também são ramos promissores. 


Sua profissão pode desaparecer // 
O desenvolvimento da tecnologia acelera a tendência do mercado de substituir atividades que se baseiam em tarefas repetitivas e de rotina por automatização. Lista das carreiras ameaçadas inclui caixas de banco, atendentes de call center e corretores de imóveis.

 

 

Criatividade para driblar a crise // A recessão que criou um contingente de 12 milhões de desempregados no país leva angústia e desesperança para muitas famílias. Com determinação e coragem, contudo, brasileiros encontram alternativas para gerar renda e explorar novas possibilidades de trabalho.

Correio Braziliense

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