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Os planos que não funcionam nas empresas

 

Planos estratégicos fracassam numa frequência incrível. Muitos deles são minuciosos e bem elaborados. Mas mesmo assim, fracassam. Por quê isto ocorre?

 

Mas para sermos analíticos, é interessante que pensemos em quais as razões por que as organizações precisam de uma estratégia?

 

 

 

Primeiro: para garantir sua sobrevivência.

 

Segundo: para criar e fortalecer vantagens competitivas.

 

Terceiro: para obter retornos sistematicamente superiores em relação aos concorrentes.

 

Se é assim, qual a razão do fracasso nos planos estratégicos?

 

Os executivos planejadores mostram-se rígidos demais. Não conseguem flexibilizar rapidamente frente a novas realidades de mercado. Demoram demais para reagir à altura. Além disso, poucos têm bem desenvolvida a capacidade de antever os rumos a serem tomados.

 

Planejar é uma coisa; realizar é outra. É como pensar e agir. Quando se planeja, tudo parece que dará certo.

 

Mas, na prática, os vícios sobre os quais as organizações se enraizaram impõem obstáculos incríveis a quaisquer planos. Quais vícios? Os gerentes se ajeitam em feudos. Os colaboradores em geral são despreparados e se espalham nos mais diversos níveis hierárquicos. Eles também são incapazes de compreender a estratégia geral do negócio. Como consequência, não se apropriam de sua responsabilidade individual na construção de objetivos comuns da organização.

 

É possível mudar este quadro?

 

Uma pesquisa realizada com experientes executivos de 180 grandes e médias empresas brasileiras, realizada  por Hertzberger & Fisher Consulting, de S. Paulo, indicou quatro fatores que, segundo eles, podem garantir o sucesso de um plano estratégico na dura realidade atual dos negócios. Os pontos são:

 

1. Administração do tempo
 
2. Alocação de recursos
 
3. Definição de prioridades
 
4. Comunicação e relacionamento interpessoal

 

O trabalho consciente sobre estas frentes trará uma nova compreensão à definição do “como fazer”, muito mais que o tradicional diagnóstico sobre “o que fazer”, com que quase todo mundo está preocupado.

 

Planos estratégicos são essenciais. No entanto, intocáveis ou incompreensíveis não se sustentam e não levam a lugar algum. São contraproducentes... E custam um monte de dinheiro. Serem executáveis e palpáveis é o que faz toda a diferença.

 

Por: Abraham Shapiro 

 

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