Premium Contabilidade Assessoria e Auditoria

Contabilidade no Distrito Federal

Abertura de Empresa

Tablóide inglês lista “10 lições que aprendemos com a Copa no Brasil”

Jornal exaltou espetáculo das seleções e o futebol ofensivo, mas não perdoou a FIFA: “Modelo de gestão arruinado”

 

O mundial de 2014 está em sua reta final e, com dois jogos para não ter mais Copa, o tablóide Daily Mail, da Inglaterra, enumerou dez lições que aprendeu com o torneio no Brasil. Com críticas aos gastos do evento e ao futebol apresentado pela seleção inglesa, o jornal elogia os alemães e não perdoa os dirigentes da FIFA.

 
1. O Brasil deixou (faz tempo) de ser o dono do “jogo bonito”

A derrota humilhante para a Alemanha, por 7 a 1, confirmou a tese de que o Brasil não é mais a equipe que joga o futebol mais bonito do planeta. A publicação lembra que o último time canarinho que encantou o mundo foi o de 2002 e, apesar de ter o mesmo Felipão como técnico, o “jogo bonito” virou um “péssimo clichê que só tem credibilidade na mente dos executivos da Nike”.

 

 

2. Jogos entre seleções são o ápice do esporte

De acordo com o Daily Mail, apesar de o Campeonato Inglês ter um dos níveis mais altos do planeta, a competição entre seleções mostrou mais uma vez a sua supremacia. Para exemplificar os diferentes patamares, o jornal ressalta que, caso Lionel Messi seja campeão com a Argentina, será maior que qualquer feito com a camisa do Barcelona: “Somente seleções nacionais têm esse poder”.

 

3. A paixão, sozinha, não vence partidas

Sem tática, não se vence. Dois exemplos desta Copa do Mundo são o Uruguai, que jogou com mais paixão e venceu a Inglaterra, e a Costa Rica, que somente na emoção não conseguiu segurar a Holanda nos pênaltis.

 

4. Futebol ofensivo veio para ficar

A tendência ofensiva – iniciada por times como Barcelona e Borussia Dortmund na Europa – foi confirmada com equipes como Colômbia e Chile no mundial: “Esse não era o caso dez anos atrás.”

 

5. Os jogadores ingleses ainda são superestimados

Mais uma decepção da Inglaterra em Copas do Mundo. As melhores campanhas do English Team em mundiais foram em 1966, quando venceu seu único título, em casa, e em 1990, quando atingiu as semifinais.

 

6. A FIFA está acabada

Um modelo arruinado de gestão. É assim que o Daily Mail define os dirigentes da entidade que controla o futebol mundial. “Os ventos da mudança irão varrer os integrantes da atual estrutura da FIFA”, diz.

 

7. O Brasil não deveria ter recebido a Copa

Neste tópico, o veículo lembra os gastos das obras do mundial – muito incompletas ou até canceladas – e traça um paralelo com a desigualdade do país. Entretanto, elogia o povo brasileiro e sua hospitalidade e admite até que o resto do mundo gostaria que o país sedie outra edição do torneio pela simpatia.

 

8. Louis Van Gaal é um pouco louco

Tirar o goleiro titular, na prorrogação, e salvar a equipe na disputa de pênaltis: Van Gaal (que treinará o Manchester United após a Copa) apostou e venceu, nas quartas de final, contra a Costa Rica. Porém, a escalação do zagueiro Vlaar para bater a primeira penalidade contra a Argentina foi criticada.

 

9. O mundo ainda é um lugar gigante

Apesar da tecnologia e do fluxo de informações que temos hoje em dia, os ingleses não dão muito ouvidos a outros países quando o assunto é futebol. Para o tablóide, isso é errado: há o que aprender com técnicos de todas as partes do mundo.

 

10. Os alemães fizeram tudo certo

Depois de decepções no início dos anos 2000 (incluindo uma derrota na final da Copa do Mundo, para o Brasil), a Alemanha reestruturou sua liga, investiu na formação de jogadores e profissionais do esporte e hoje colhe os frutos. Para finalizar o top 10, o veículo diz que a Inglaterra escolheu trazer nomes a preços muito altos para alavancar o já alto nível do futebol do país – porém, o plano não se refletiu nos atletas da seleção.

 

Fonte: http://epocanegocios.globo.com

Premium: Contabilidade, Assessoria e Auditoria
Setor Comercial Sul, Quadra 01, Bloco "i", Salas 702, 703 e 704, Edifício Central, Asa Sul, Brasilia, DF 70304-900
Tel.: (61) 3964-9328 / 3244-4605 / 3224-4041 / 99279-1914 (claro)